1ª e 2ª Guerra Mundial – Benjamin H. Freedman

Benjamin Harrison Freedman foi uma das pessoas mais intrigantes e surpreendentes do século 20. O sr. Freedman, nascido em 1890, foi um empresário de sucesso judaico de Nova Iorque, que era ao mesmo tempo, o principal proprietário da empresa Soap Woodbury. Ele rompeu com o judaísmo organizado após a vitória judaico-comunista de 1945, e passou o resto da sua vida, na qual gastou uma grande parte da sua fortuna, pelo menos 2.5 milhões de dólares, expondo a tirania judaica, que tem envolvido os Estados Unidos. O sr. Freedman sabia do que estava falando, porque ele tinha sido um iniciado nos mais altos níveis das organizações de maquinação judaicas para ganhar poder sobre os Estados Unidos e o resto do mundo. O sr. Freedman conhecia pessoalmente Bernard Baruch, Untermyer Samuel, Woodrow Wilson, Franflin Roosevelt, Joseph Kennedy, John Kennedy e muitos outros dirigentes e motivadores daqueles tempos. Este discurso foi proferido perante uma audiência patriótica nos Estados Unidos em 1961, no Hotel Willard, em Washington DC, em nome do jornal patriótico americano Conde McGinley. Este discurso abrangente tornou-se extemporaneamente datado, cuja mensagem essencial que o sr. Freedman transmitiu para todo o mundo é ainda mais explícita nos dias de hoje.

 

Transcrição do Discurso do Sr. Freedman

Aqui nos Estados Unidos, Sionistas e seus co-religiosos têm total controlo do nosso governo. Por muitas razões, muitas e muito complexas para entrar em detalhes aqui agora, os Sionistas e seus co-religiosos reinam os Estados Unidos como se eles fossem os monarcas absolutos deste país. Agora você pode dizer que esta é uma alegação muito ampla, mas deixe-me mostrar o que aconteceu enquanto nós estávamos desacordados. O que aconteceu?

A Primeira Guerra Mundial estourou no verão de 1914. Há algumas pessoas aqui da minha idade que se lembram disto. A guerra era travada de um lado pela Grã-Bretanha, França, e Rússia; e no outro lado pela Alemanha, Áustria-Hungria, e Turquia. Com dois anos a Alemanha tinha ganho a guerra: não só de forma nominal, mas ganharam realmente. Os submarinos Alemães que eram uma surpresa para o mundo, varreram os comboios do Oceano Atlântico. A Grã-Bretanha estava lá sem munições para seus soldados, com suprimentos para uma semana – e após isso, fome. Ao mesmo tempo, os exércitos Franceses revoltaram-se [motim]. Eles perderam 600.000 jovens na flor da idade na defesa de Verdun no Somme. O exército Russo estava a desertar, eles pegavam nos seus brinquedos e iam andando para casa, eles não queriam brincar mais à guerra , eles não gostaram do Czar. E o exército Italiano tinha capitulado.

Nem um único tiro foi desferido em solo Alemão. Nem um único soldado tinha cruzado a fronteira da Alemanha. E mesmo assim, a Alemanha oferecia à Inglaterra termos de paz. Eles ofereceram à Inglaterra paz negociada no que os advogados chamam de status “quo ante basis”. Isto quer dizer: “Vamos cessar a guerra, e deixar que tudo volte a ser como era antes da guerra”. A Inglaterra, no verão de 1916 estava a considerar a proposta – seriamente. Eles não tinham escolha. Era ou aceitar a paz negociada que a Alemanha generosamente oferecia, ou continuar a guerra e ser totalmente derrotada. Enquanto isto acontecia, os Sionistas na Alemanha, que representavam os Sionistas a Oeste da Europa, foram até o Escritório de Guerra Britânico e – eu vou ser breve porque é uma longa história, mas eu tenho todos os documentos que provam qualquer coisa que eu disser – eles disseram: “Veja bem. Você ainda pode ganhar esta guerra. Você não tem que desistir. Você não tem que aceitar o acordo de paz negociado oferecido a você pela Alemanha. Você pode ganhar esta guerra se os Estados Unidos entrarem como seu aliado.” Os Estados Unidos não estavam na guerra à essa altura. Nós éramos fortes, nós éramos jovens; nós éramos ricos; nós éramos poderosos. Eles disseram a Inglaterra: “Nós iremos garantir a entrada dos Estados Unidos na guerra como seu aliado, para lutar com você ao seu lado, se você nos prometer a Palestina após você ganhar esta guerra.” Em outras palavras, eles fizeram este acordo: “Nós iremos trazer os Estados Unidos como seu aliado. O preço que você tem de pagar é a Palestina após vencer a guerra e derrotar a Alemanha, Áustria-Hungria, e Turquia.” Agora, a Inglaterra tinha tanto direito de prometer a Palestina à qualquer um, quanto os Estados Unidos tem de prometer ao Japão a Irlanda seja por qual razão for.

É absolutamente absurdo que a Grã-Bretanha, que nunca teve nenhuma conexão ou interesses ou qualquer direito no que é conhecido como Palestina a oferecê-la como moeda para pagar os Sionistas pela entrada dos Estados Unidos na guerra. No entanto, eles fizeram esta promessa, em Outubro de 1916. E pouco após disto – Eu não sei quantos aqui se lembram disto – os Estados Unidos, que era quase que totalmente pró-Alemanha, entraram na guerra como aliado da Grã-Bretanha. Eu digo que os Estados Unidos eram quase totalmente pró-Alemanha porque os jornais aqui eram controlados por Judeus, os banqueiros eram Judeus, toda a mídia de comunicações para massa neste país eram controladas por Judeus; e eles, os Judeus eram pró-Alemanha. Eles eram pró-Alemanha porque muitos deles vieram da Alemanha, e também queriam ver a Alemanha destruir o Czar, e eles não queriam que a Rússia ganhasse esta guerra. Estes Alemães-Judeus banqueiros, como Kuhn & Loeb e outras grandes firmas bancárias nos Estados Unidos recusavam a financiar a França ou Inglaterra um dólar sequer. Eles ficaram de fora e disseram: “Enquanto a França e Inglaterra estiverem juntos com a Rússia, nem um centavo!” Mas eles jogaram dinheiro dentro da Alemanha, eles lutaram ao lado da Alemanha contra a Rússia, tentando destruir o regime Czarista. Agora estes mesmos Judeus, quando viram a possibilidade de tomar a Palestina, foram até a Inglaterra e eles fizeram este acordo.

A esta altura, tudo mudou, como um sinal de trânsito que muda de vermelho para verde. Onde os jornais eram todos pró-Alemanha, eles diziam ao povo das dificuldades que a Alemanha tinha na luta comercial contra a Grã-Bretanha e em outros aspectos, de uma hora para outra os Alemães não eram bons tipos. Eles eram vilões. Eles eram Hunos. Eles estavam atirando em enfermeiras da Cruz Vermelha. Eles estavam cortar as mãos de bebés  Eles não eram bons. Pouco depois disto, Sr. Wilson declarou guerra à Alemanha. Os Sionistas em Londres entraram em contacto com os Estados Unidos, com Justice Brandeis, a dizer “Vá trabalhando no Presidente Wilson. Nós estamos a ter da Inglaterra o que nós queremos. Agora vá trabalhar no Presidente Wilson e traga os Estados Unidos para a guerra.” Foi assim que o Estados Unidos entraram na guerra. Nós não tínhamos mais interesses nisto; nós não tínhamos mais direito de estar nesta do que estar na lua hoje ao invés desta sala. Não havia absolutamente nenhuma razão para a Primeira Guerra Mundial ser nossa guerra. Nós fomos despejados nela – se eu posso ser vulgar, nós fomos sugados para dentro dela – esta guerra era meramente para que os Sionistas do mundo pudessem obter a Palestina. Isso é algo que o povo dos Estados Unidos nunca ficaram a saber. Eles nunca souberam o porquê de nós entrarmos na Primeira Guerra Mundial.

Após termos entrado nesta guerra, os Sionistas foram até a Grã-Bretanha e disseram: “Bom, nós fizemos nossa parte do acordo. Deixe-nos ter algo em escrito que mostre que você vai manter sua palavra e dar.nos a Palestina após ganhar a guerra.” Eles não sabiam se a guerra iria durar mais um ano ou dez anos. Então eles começaram a elaborar uma receita. A receita tomou a forma de uma carta, que foi codificada em numa linguagem bem encriptada para que o mundo não soubesse do que se tratava. E esta foi nomeada a Declaração de Balfour. A Declaração de Balfour era meramente a promessa da Grã-Bretanha de pagar os Sionistas o que eles tinham em acordo para trazer os Estados Unidos à guerra. Então esta era a Declaração de Balfour, que você ouve tanto falar, é tão falsa quanto uma nota de três dólares. Eu não sei como eu poderia enfatizar mais que isso. Foi aí que o problema todo começou. Os Estados Unidos entraram na guerra.

(Interessante ver a quem está dirigida)

Declaração de Balfour – “Dear Lord ROTHSCHILD”

Os Estados Unidos esmagaram a Alemanha. Você sabe o que aconteceu. Quando a guerra terminou, e os Alemães foram para Paris para a Conferência de Paz de Paris em 1919 lá estavam 117 Judeus, como representantes da delegação representando os Judeus, dirigidos por Bernard Baruch. Eu estava lá. Eu deveria saber. Agora o que aconteceu? Os Judeus nesta conferência de paz, quando eles estavam repartindo a Alemanha e parcelando a Europa a todas estas nações que clamaram o direito por uma parte do território Europeu, disseram, “Que tal a Palestina para nós?” E eles produziram, pela primeira vez para conhecimento dos Alemães, esta Declaração de Balfour. Então os Alemães, pela primeira vez entenderam, “Oh, então esta era a jogada! Então foi por isso que os Estados Unidos entraram na guerra.”

Os Alemães pela primeira vez perceberam que eles foram derrotados, eles sofreram terríveis reparações que foram solapadas neles, porque os Sionistas queriam a Palestina e estavam determinados a consegui-la a qualquer custo. E isto leva-nos a outro ponto muito interessante. Quando os Alemães entenderam, eles naturalmente ressentiram. Até este ponto, os Judeus nunca estiveram tão bem em qualquer outro país no mundo do que eles estiveram na Alemanha. Você tinha lá o Sr. Rathenau, que talvez fosse 100 vezes mais importante na indústria e finanças como Bernard Baruch é neste país. Você tinha o Sr. Balin, que possuía as duas linhas de navio à vapor, a Lloyd do Norte da Alemanha e a linha Hamburgo-América. Você tinha o Sr. Bleichroder, que era o banqueiro para a família Hohenzollern. Você tinha os Warburgs em Hamburgo, que eram os grandes banqueiros mercantis – os maiores do mundo. Os Judeus estavam  a dar-se muito bem na Alemanha. Sem dúvida nenhuma. Os Alemães sentiram: “Bem, esta foi uma traição.” Foi uma traição que talvez possa ser comparável com uma situação hipotética: Suponhamos que os Estados Unidos estivessem em guerra com a União Soviética. E nós estivéssemos ganhando. E nós disséssemos à União Soviética: “Bem, vamos desistir: Nós oferecemos termos de paz. Vamos esquecer toda essa coisa.” E de uma hora para outra a China Comunista entra na guerra com uma aliada da União Soviética. E na guerra trouxe-nos a derrota.

Uma derrota esmagadora, com reparações das quais a imaginação do homem não pode conceber. Imagine, que após esta derrota, se nós descobríssemos que foram os Chineses deste país, os nossos cidadãos Chineses, que o tempo todo nós pensávamos que fossem leais, trabalhavam connosco e estavam a entregar-nos para a União Soviética e é por eles que a China Comunista entrou para a guerra contra nós. Como nós nos sentiríamos, então, nos Estados Unidos para com os Chineses? Eu não acredito que um deles sequer iria dar a cara em qualquer rua que fosse. Não iria haver convenientemente um número de postes para cuidar deles. Imagine como nós nos sentiríamos. Bem, foi assim que os Alemães se sentiram em relação aos Judeus. Eles tinham sido tão bons com eles: desde 1905 em diante, quando a primeira revolução Comunista na Rússia falhou, e os Judeus tiveram que fugir da Rússia, todos eles foram para a Alemanha. E a Alemanha deu refúgio. E eles foram bem tratados. E aqui eles jogaram a Alemanha pela descarga por razão alguma se não fosse o facto de que eles queriam a Palestina como uma grande “Comunidade Judaica”.

Agora Nahum Sokolow, e todos os grandes líderes e grandes nomes que você leu sobre conexões com o Sionismo hoje, em 1919, 1920, 1921, 1922, e 1923 escreveram em todos os seus jornais – e a imprensa estava preenchida com seus dizeres – que o sentimento contra os Judeus na Alemanha era devido ao facto que eles perceberam que sua grande derrota foi causada por interferência Judaica na entrada dos Estados Unidos para a guerra. Os Judeus mesmos assumiram isto. Não era o porque em 1919 os Alemães descobriram que um copo de sangue Judeu era mais gostoso do que Coca-Cola ou de cerveja Muenschner. Não havia nenhum ressentimento religioso. Não havia ressentimento contra este povo nas suas crenças religiosas. Era totalmente político. Era económico  Não era nada religioso. Ninguém se importava na Alemanha se um Judeu ia para casa e fechava as cortinas e dizer “Shema’ Yisroel” ou “Nosso Pai”. Ninguém se importava na Alemanha tanto quanto ninguém se importa nos Estados Unidos. Agora este sentimento que se desenvolveu depois na Alemanha era devido à uma única coisa: os Alemães consideravam-os culpados pela sua esmagadora derrota.

E a Primeira Guerra Mundial foi iniciada contra a Alemanha por nenhuma razão de sua responsabilidade. Eles não eram culpados de nada. Somente de serem bem sucedidos. Eles construíram uma grande frota naval. Eles fizeram comércio mundial. Você deve se lembrar que a Alemanha a este tempo da Revolução Francesa consistia de 300 pequenas cidades, principados, ducados, e daí em diante. Três centenas de entidades políticas individuais. E entre esse período de Napoleão e Bismarck, eles foram consolidados num único estado. E com 50 anos eles tornaram-se uma das maiores potências mundiais. A sua frota já rivalizava a Britânica, eles estavam a fazer negócios no mundo inteiro, eles podiam competir em preços com qualquer um, eles podiam fazer melhores produtos. O que aconteceu em resultado disto? Houve uma conspiração entre a Inglaterra, França, e Rússia para solapar a Alemanha. Não há um único historiador no mundo que pode encontrar uma razão válida no porque estes três países decidiram varrer a Alemanha do mapa politicamente.

Quando os Alemães entenderam que os Judeus eram responsáveis por sua derrota, eles naturalmente ressentiram. Mas nem um único fio de cabelo na cabeça de um Judeu foi tocado. Nem um único fio. O Professor Tansil, da Universidade de Georgetown, que tinha acesso à todos os papeis secretos do Departamento do Estado, escreveu no seu livro, e citou de um documento do Departamento do Estado escrito por Hugo Schoenfelt, um Judeu no qual Cordell Hull enviara à Europa em 1933 para investigar os tão falados campos de prisioneiros políticos, o qual relatou que eles os encontrara em condições muito boas. Eles estavam em excelente estado, com todos bem tratados. E eles estavam cheios de Comunistas na Europa a esta altura. E havia lá alguns padres, e ministros, e líderes de trabalho, e Maçons, e outros que possuíam afiliações internacionais.

Alguns factos passados estão em ordem: Em 1918-1919 os Comunistas tomaram a Bavária por alguns dias. Rosa Luxemburg e Karl Liebkncht e um grupo de Judeus tomaram o governo por três dias. De facto, quando o Kaiser terminou a guerra ele fugiu para a Holanda porque ele pensou que os Comunistas iriam tomar a Alemanha da mesma forma como fizeram na Rússia e que ele iria ter o mesmo destino que o Czar. Então ele fugiu para a Holanda em refúgio. Após a ameaça Comunista na Alemanha ter sido esmagada, Judeus ainda trabalhavam, tentando voltar ao estado anterior, e os Alemães lutavam de toda forma possível sem tocar um só fio de cabelo na cabeça de ninguém.

Eles os combateram da mesma forma, que neste país, as proibições impostas contra qualquer um interessado em licor. Eles não combateram outros com pistolas. Bem, esta era forma como nós estávamos combatendo os Judeus na Alemanha. E a esta altura, vale notar, haviam de 80 a 90 milhões de Alemães, e nós éramos somente 460.000 Judeus. Cerca de metade um por cento da população da Alemanha eram Judeus. E mesmo assim eles controlavam toda a imprensa, e eles controlavam grande parte da economia pois eles vieram com dinheiro fácil quando o Marco estava desvalorizado e eles compraram praticamente tudo. Os Judeus tentaram segurar estes factos. Eles não queriam que o mundo inteiro entendesse correctamente que eles tinham entregado a Alemanha, e que os Alemães ressentiram isto. Os Alemães tomaram acções apropriadas contra os Judeus. Eles, devo dizer, discriminaram contra eles em todos lugares possíveis. Eles os evitaram. Da mesma forma que nós iríamos evitar os Chineses, ou os Negros, ou os Católicos, ou qualquer um neste país que nos tivesse entregado para um inimigo e causado a nossa derrota. Pouco após, os Judeus do mundo organizaram um encontro em Amesterdão.  Judeus de todos os países do mundo participaram neste encontro em Julho de 1933. E eles disseram para a Alemanha: “Vocês dispensem Hitler, e vocês coloquem cada Judeu em seu lugar anterior, tanto faz se ele for Comunista não importa o que. Vocês não podem nos tratar desta forma. E nós, os Judeus do mundo, estamos lhe impondo um ultimato.” Você pode imaginar o que os Alemães disseram. Então o que nós Judeus fizemos?

Em 1933, quando a Alemanha recusou a entregar-se na conferência mundial de Judeus em Amesterdão,  a conferência desmanchou-se, e o Sr. Samuel Untermyer, que era director da delegação Americana e o presidente de toda a conferência, veio aos Estados Unidos e do barco para os estúdios da Columbia Broadcasting System fez uma transmissão de rádio por todo os Estados Unidos que dizia, “Os Judeus do mundo agora declaram uma Guerra Sagrada contra a Alemanha. Nós estamos num conflito sagrado contra os Alemães. E nós iremos vence-los pela fome. Nós iremos fazer uso de um boicote mundial  contra eles. Isto irá destruí-los porque eles são dependentes nos negócios de exportação.” E isto é um facto, que dois terços do suprimento alimentar da Alemanha tinham de ser importados, e só podem ser importados com ganhos da exportação. Então se a Alemanha não pode exportar, dois terços da população Alemã iria morrer de fome.

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Havia lá nem o suficiente em alimento para mais de um terço da população. Agora nesta declaração, que eu tenho aqui, e que foi impressa no New York Times em 7 de Agosto de 1933, Sr. Samuel Untermyer ousadamente dizia isto “…este boicote económico é o nosso meio de defesa. O Presidente Roosevelt advogou seu uso na Administração de Recuperação Nacional,” no qual alguns de vocês devem se lembrar, onde todos tinham de ser boicotados a não ser que seguissem as regras estabelecidas pelo New Deal, e no qual foi declarado inconstitucional pela Corte Suprema desta época. Não menos, os Judeus do mundo declararam um boicote contra a Alemanha, e isto foi tão eficiente que você não podia achar nada em nenhuma loja do mundo com as palavras “produzido na Alemanha” nele.

De facto, um executivo da Companhia Woolworth disse-me que eles tiveram que deitar rio abaixo, louças e pratos no valor de milhões de dólares, que suas lojas eram boicotadas se alguém viesse e encontrasse um prato escrito nele “produzido na Alemanha,” eles eram pregados com placas dizendo “Hitler,” “assassino,” e daí em diante, algo como estes protestos que estão a acontecer no Sul. Numa loja pertencendo à liga R. H. Macy, que era controlada por uma família chamada Strauss que também era Judia, uma mulher encontrou meias que vieram de Chemnitz, escritas “produzidas na Alemanha.” Bem, eram meias de algodão e elas deviam estar lá por uns 20 anos, desde então eu tenho observado as pernas das mulheres e faz tempo que eu não vejo nenhuma meia de algodão nelas. Eu vi a Macy boicotada, com centenas de pessoas passando em volta com placas dizendo “assassinos,” “Hitleristas,” e daí em diante. Até este tempo, nenhum único fio de cabelo na cabeça de um Judeu tinha sido tocado na Alemanha. Não havia sofrimento, não havia fome, não havia assassinato, não havia nada. Naturalmente, os Alemães se perguntaram, “Quem são estas pessoas para declararem um boicote contra nós e manter todo nosso povo sem trabalho, fazerem nossas indústrias ficarem paralisadas? Quem eles pensam que são para nos fazerem isto?” Eles naturalmente ressentiram isto. Certamente eles pintaram Suásticas nas lojas dos Judeus. Porque deveria um Alemão dar o dinheiro para um vendedor que fazia parte do boicote que iria matar a Alemanha e fazê-la se render para os Judeus do mundo, que iriam ditar quem iria ser seu premier ou chanceler? Bem, isto era ridículo. O boicote continuou por um tempo, mas não até 1938, quando um jovem Judeu da Polônia (Herschel Grynszpan) fora até a embaixada Alemã em Paris e atirara num diplomata Alemão, nessa os Alemães realmente começaram à ser rígidos com os Judeus na Alemanha. E você encontrava-os então a quebrar janelas e em brigas de rua e daí em diante. Agora eu não gosto de usar a palavra “Anti-Semitismo” porque ela não significa nada, mas mesmo assim significa algo para vocês, então eu terei de usar.

A única razão que havia para um sentimento na Alemanha contra Judeus era o porque eles eram responsáveis pela Primeira Guerra Mundial e pelo boicote mundial. Por último eles também foram responsáveis pela Segunda Guerra Mundial, porque após isto sair do controlo, era absolutamente necessário para os Judeus na Alemanha agarrarem-se a uma guerra para ver qual deles iria sobreviver. Enquanto isto, eu tinha vivido na Alemanha, e eu sabia que os Alemães haviam decidido se a Europa iria ser Cristã ou Comunista: não havia meio termo. E os Alemães decidiram que eles iriam mantê-la Cristã se possível. E eles começaram a rearmar-se. Em Novembro de 1933 os Estados Unidos reconheceram a União Soviética.

A União Soviética estava a tornar-se muito poderosa, e a Alemanha notou isto “A nossa vez vai chegar, a não ser que sejamos fortes.” O mesmo que nós neste país estamos dizendo hoje, “A nossa vez vai chegar, a não ser que sejamos fortes.” Nosso governo gasta 83 ou 84 biliões de dólares em defesa. Defesa contra quem? Defesa contra 40.000 pequenos Judeus em Moscovo que tomaram a Rússia, e então, no seu jeito diabólico, tomaram controlo de muitos outros países do mundo.

Pois este país está a beira de uma Terceira Guerra Mundial, da qual não pode se erguer um vencedor, é algo que estagna minha imaginação. Eu sei que bombas nucleares são medidas em termos de megatons. Um megaton é um termo usado para descrever 1 milhão de toneladas de TNT. Nossas bombas nucleares possuem uma capacidade de 10 megatons, ou 10 milhões de toneladas de TNT, quando elas foram desenvolvidas no inicio. Agora, as bombas nucleares que desenvolvidas possuem uma capacidade de 200 megatons, e Deus sabe lá quantos megatons as bombas nucleares da União Soviética têm. Com o que nos deparamos agora? Se nós iniciarmos uma guerra mundial agora que possa se transformar numa guerra nuclear, a humanidade está acabada. Porque tal guerra teria de acontecer? Ela acontecerá enquanto a cortina subir no Acto 3: Acto 1 foi a Primeira Guerra Mundial, Acto 2 foi a Segunda Guerra Mundial, Acto 3 será a Terceira Guerra Mundial. Os Judeus do mundo, os Sionistas e seus co-religiosos em todo lugar, estão determinados que irão usar os Estados Unidos para ajudá-los permanentemente a manter a Palestina como sua estaca para seu governo mundial. Isto é tão verdade quanto eu estou em pé aqui. Não só eu li isso, mas muitos aqui leram isto, e é sabido em todo o mundo. O que nós iremos fazer? A vida que você salva pode ser a do seu filho. Seus filhos podem estar a caminho da guerra hoje; e você não sabe mais do que sabia em 1916 quando em Londres os Sionistas fizeram este acordo no Escritório de Guerra Britânico para enviar seus filhos para guerra na Europa. Você sabia disto na época? Nem uma única pessoa nos Estados Unidos sabia disto. A você não era permitido saber. Quem sabia disto? O Presidente Wilson sabia. Coronel House sabia. Outros de dentro sabiam.

E eu sabia? Eu tinha uma boa noção do que estava a acontecer: Eu era interveniente para Henry Morgenthau, na campanha de 1912 quando o Presidente Wilson foi eleito, e havia discussões no escritório. Eu era o “homem confidente” para Henry Morgenthau, que era director do comité de finanças, e eu era interveniente entre ele e Rollo Wells, o tesoureiro. Então eu sentava-me nestes encontros com Presidente Wilson que se sentava à ponta da mesa, e todos os outros, eu os ouvia martelar na cabeça do Presidente Wilson a graduada taxa de impostos e o que tinha sido feito da Reserva Federal, e eu os ouvia doutrinarcom o movimento Sionista.

Justice Brandeis e Presidente Wilson eram tão chegados quantos estes dois dedos na minha mão. Presidente Woodrow Wilson era tão incompetente quando se tratava de determinar o que estava acontecer quanto um bebé recém-nascido. Foi assim que eles nos puseram na Primeira Guerra Mundial, enquanto nós dormíamos. Eles enviaram nossos miúdos para serem estraçalhados. Para quê? Para que os Judeus tivessem sua Palestina como sua “comunidade.” Eles enganaram vocês de tal forma que você não sabia se estava a chegar ou a ir embora. Agora qualquer juiz, quando ele regista um jurado, diz, “Senhores, qualquer testemunho que ache que você achar ter dito uma única mentira, você pode ignorar todo seu testemunho.” Eu não sei de que estado vocês vem, mas no estado de Nova York esta é a forma na qual um juiz se dirige ao jurado. Se esta testemunha disse uma única mentira, ignore seu testemunho.

Quais são os factos sobre os Judeus? (Eu os chamo de Judeus para vocês, pois eles são conhecidos como Judeus. Eu não os chamo de Judeus. Eu me refiro à eles como tão-conhecidos Judeus, porque eu sei o que eles são.) Os Judeus do Oeste Europeu, que formam 92 por cento da população do mundo deste povo no qual se consideram Judeus, eram na verdade Khazares. Eles eram uma tribo de guerra que vivia bem no fundo no coração da Ásia. E eles eram tão de guerra que até mesmo os Asiáticos os dirigiram para fora da Ásia para o Oeste da Europa. Eles formaram um vasto império Khazar de 800.000 milhas quadradas. Nesta época, a Rússia não existia, nem muitos outros países Europeus. O império Khazar era o maior país em toda Europa – tão grande e tão poderoso que quando outros monarcas queriam ir para a guerra, os Khazares emprestavam 40.000 soldados. Isso é o quão grande e poderoso eles eram. Eles eram veneradores fálicos, o que é indecente e eu não quero entrar em detalhes disto agora. Mas esta era a sua religião, assim como era a religião de muitos outros pagãos e bárbaros em muitos lugares do mundo. O rei Khazar tornou-se tão enojado com a degeneração do seu reino que ele decidiu adoptar uma tão conhecida fé monoteísta – também o Cristianismo, Islão  ou o que é conhecido hoje como Judaísmo, que na verdade é Talmudísmo. Rodando uma roleta, e dizendo “eeny, meeny, miney, moe,” ele escolheu o suposto Judaísmo. E esta se tornou a religião do Estado. Ele foi até escolas Talmúdicas de Pumbedita e Sura e trouxe milhares de rabinos, e abriu sinagogas e escolas, e seu povo se tornou o que nós chamamos de Judeus. Não havia um único deles que tivesse um ancestral que sequer pisou na Terra Santa. Não só na história do Antigo Testamento, mas lá trás no inicio dos tempos.

Nem um único deles! E mesmo assim eles chegam Cristãos e pedem para apoiar suas insurreições armadas na Palestina, “Você quer ajudar repatriar o Povo Escolhido de Deus à sua Terra Prometida, sua terra natal, não quer? É seu dever de Cristão. Nós demos um dos nossos garotos como seu Senhor e Salvador. Hoje em dia você vai à igreja no Domingo, e você se ajoelha e louva um Judeu, e nós somos Judeus.” Mas eles são Khazares pagãos que se converteram assim como os Irlandeses. É tão ridículo chamá-los de “povo da Terra Santa,” da mesma forma como seria chamar 54 milhões de Muçulmanos Chineses de “Árabes.” Mohammed só morreu em 620 D.C., e desde então 54 milhões de Chineses aceitaram o Islão como crença religiosa. Agora imagine, na China, 2,000 milhas da Arábia, de Mecca e do local de nascimento de Mohammed. Imagine se 54 milhões de Chineses decidissem intitularem-se “Árabes.” Você diria que eles são lunáticos. Qualquer um que acredite que estes 54 milhões de Chineses são Árabes só podem estar loucos. Tudo o que eles fizeram foi adoptar uma fé religiosa uma crença que teve suas origens em Mecca, na Arábia. A mesma dos Irlandeses. Quando Irlandeses tornaram-se Cristãos, ninguém os deitou no oceano e importou para a Terra Santa uma nova leva de habitantes. Eles não se tornaram um povo diferente, mas eles aceitaram Cristianismo como crença religiosa. Estes Khazares, estes pagãos, estes Asiáticos, estes Turco-Finlandeses, eram uma raça Mongolóide que foram expulsos da Ásia para dentro do Oeste da Europa, porque o seu rei adquiriu a fé Talmúdica, eles não tinham escolha nesta questão. Da mesma forma na Espanha: Se o rei fosse Católico, todos tinham de ser Católicos.

Se não, você tinha que sair de Espanha. Então os Khazares tornaram-se o que nós chamamos hoje de Judeus. Agora imagine o quão tolo seria os grandes países Cristãos dizerem, “Nós iremos usar de nosso poder e prestígio para repatriar o Povo Escolhido de Deus sua terra natal, sua Terra Prometida.” Poderia existir uma mentira maior que esta? Porque eles controlam os jornais, as revistas, a rádio, a televisão, as editoras de livros, e porque eles têm os ministros no púlpito e os políticos nas saboneteiras a falar a mesma língua, não é de surpreender que você acredite nesta mentira. Você iria acreditar que preto é branco se você ouvisse isto frequentemente  Você não iria chamar preto de preto – você chamaria preto, branco. E ninguém poderia culpá-lo. Esta é uma das maiores mentiras da história. É a fundação de toda miséria que desgraçou o mundo.

Você sabe o que os Judeus fazem no Dia da Expiação, o qual você acredita que é tão sagrado para eles? Eu era um deles. Isso não é um boato. Eu não estou aqui para ser arruaceiro. Eu estou aqui para lhe dar fatos. No Dia da Expiação, você entra numa sinagoga, você fica de pé para toda primeira reza que você faz. É a única reza na qual você fica de pé. Você repete três vezes uma pequena reza chamada Kol Nidre. Nesta prece, você entra em acordo com Deus o Poderoso que qualquer promessa, voto ou juramento que você faça nos próximos doze meses devam ser nulos ou vazios. A promessa não deverá ser promessa; o voto não deverá ser um voto; o juramento não deverá ser um juramento. Elas não deverão ter força ou efeito. E mais, o Talmud ensina que sempre que você fizer uma promessa, voto ou juramento, você deve lembrar-se da prece do Kol Nidre que você fez no Dia da Expiação, e você está isento de cumpri-las. O quanto você pode depender de lealdade? Você pode depender de sua lealdade tanto quanto os Alemães dependiam em 1916. Nós vamos sofrer o mesmo destino que os Alemães sofreram, e pela mesma razão.

FONTE: http://www.sweetliberty.org/issues/israel/freedman.htm

https://contradogma.wordpress.com/2012/11/01/historia-da-1a-e-2a-guerra-mundial/

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